Y's Art

YRT

COMO PARAM AS MODAS...

Resposta curta: Não param
Tendência, é o que ela é, um modus lógico, antropológico
Lógica dá sentido, dá ânimo à vida dos animados
Expandindo o escopo, resume-se a uma direção partilhada
Apontada à destruição ou (re)construção, que só a primeira pára
Construímos para não parar e só paramos para construir.

Resposta longa: Acabam com o fim da criatividade
Terminam quando ela cede lugar à inércia, às bolhas e ao vácuo
Quando só a conjugamos com sinónimos e sem desafios
Temos de a deixar aquecer-nos e gelar-nos
Para assim podermos ser humanos sob a meteorologia da vida
Assim, a moda é a melhor resposta ao que não controlamos
Permitindo-nos coexistência com o universo
Que nos dá a imprevisibilidade que nos permite imaginar a moda.

Moda como ligação sinónima de identidade e antónima de estático
Porque tudo na vida flui, devemos ligar-nos ao fluxo da água vital
A arte deve ser cascata e não barragem, a desumanização é o limite
Que deve ser sempre um aviso e nunca um desejo
Sendo esta a única fronteira, que faz do céu o único limite
Da moda como arte e da arte como moda, moda-arte.

Deixo uma crítica, reformulando:
A moda tem de ser arte, e a arte tem de estar na moda
De certo modo igual, devemos querer o transcendente na nossa vida
O contrário é esvaziarmo-nos de humanidade
Liguem-se à arte, liguem ao divino
A moda só deve ser parada quando não produz arte
Moda pela arte, sempre, para o melhor modus possível.