Y's Art

고양이를 부탁해?

Não é sobre o filme. É sobre a dona do gato. A miragem, boa demais. O bispo que sobre ela escreve, o amor como chama da arte.

Temas cruzados num déjá vu, coração no eixo da cruz que marca o teu lugar cativo:

O nome não precisa ser dito, pois estás em toda a palavra. Tomo conta de mim, a viver no sonho de ser aquele que estimas, estimando-te eu, com todas as minhas forças e de todas as maneiras.

O teu nome e a palavra não-dita estão em tudo o que tem a minha autoria, direta e indireta. Fizemos um acordo, que será cumprido fora dos limites do papel, mas, dentro dele só obedeço ás regras de algo que só se rege por uma - preservar-te, antes, agora e depois de tudo.

A traduzir o fluxo do meu sentimento incondicional, incondicionalmente «de olho» em tudo o que és, uma rosa, que, no depender de mim, terá uma beleza imaculada a todo o instante, sem qualquer espinho e cheia de vitalidade. Tudo isto, é a troca equivalente pela vitalidade que me dás desde o «dia C», só tu, a única pessoa certa, no momento errado, mas que deu me deu a certeza mais absoluta de todas.

És o motivo de eu querer equilíbrio, entre ser uma fortaleza e um «lar doce lar» para os compreensivos, ou uma simples casa cordial.

A folha chega ao fim, mas tu escreves em tudo o que me constitui, sempre e a todo o momento. Nunca te o disse, mas todo o texto vivo é o que se diz e o que fica por dizer. És a primeira e a última gota do oásis, não o quero cheio, o maior pecado é diluir-te.

«Déjà vu

Será que é miragem acordar ao teu lado

It feels like déjà vu

Será que é verdade, isto é bom demais

...

Não dá p'ra negar

Contigo o tempo corre e não fica cansado

Tem de fazer sentido, 'tás-me a fazer sonhar».

#tommy